segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
sábado, 4 de dezembro de 2010
Além das aparências!
Caro leitor, aquilo que constitui a natureza ideal de um ser, sua marca pessoal, seus valores e seus princípios, é o que chamo de ESSÊNCIA de um Ser. É tão bom estarmos conectados com a verdade e com tudo aquilo que acreditamos de fato, sermos nós mesmos em tudo que fizermos e em tudo que vivenciarmos... Mas, infelismente, a humanidade sempre idolatrou aquilo que está por fora: a casca, a roupa da ESSÊNCIA, o ponto de partida, o que é rápido e imediato. Alguém que coloca um véu em toda ação que executa e põe em evidência o tempo todo a sua beleza externa, é alguém sem muitos méritos, sem conteúdo valioso, sem forma. Pessoas assim, me entristecem, mas também me ensinam a continuar valorizando um bom coração e um cérebro em atividade. Gosto de fixar meu olhar com mais atenção naquilo que está por dentro: A ESSÊNCIA! Isso sim, é capaz de transformar uma pessoa aos olhos de quem a conhece, é o que nos faz amar alguém (o que demanda tempo), é o que forma opiniões mais corretas e menos precipitadas, e é onde as diferenças são aceitas, tudo isso... além das aparências! (Rivânia Jaqueline)
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
domingo, 24 de outubro de 2010
O EU interior e o EU exterior!
Acredito existir em cada um de nós Duas "pessoas": O Eu interior e o Eu exterior. O Eu interior é justo e consciente, enquanto o Eu exterior é ousado e um tanto cego. E há entre eles, quase sempre, Um constante desequilíbrio. Quando estou para seguir um caminho meu Eu interior desperta e previne ao meu Eu exterior dos perigos dessa caminhada. Mas o Eu exterior é ousado e às vezes finge não ouvir. E quando se machuca os dois choram: O Eu interior chora pela cegueira e ousadia do Eu exterior. e se entristece por ele não Ter ouvido suas palavras. E o Eu exterior chora também Pelo mesmo motivo, Pois compreendeu o erro de sua cegueira e de sua ousadia, e se lamenta por não ter ouvido as palavras do Eu interior. E entre os dois Passa a haver um silêncio angustiante. Mas em outras vezes ainda com as marcas do último caminho seguido, O meu Eu exterior deixa de ser ousado e ouve as palavras do meu Eu interior, E segue seus conselhos. E quando isso acontece há sempre uma luz no final da caminhada. E o meu Eu interior sorri por ter o meu Eu exterior Ouvido suas palavras e seguido seus conselhos. E o meu Eu exterior também sorri pelo mesmo motivo: por ter ouvido as palavras do meu Eu interior e seguido os seus conselhos. E entre os dois, o meu Eu interior e o meu Eu exterior, passa a haver uma paz serena e uma alegria profunda. (Enedino Gomes Bastos) |



